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segunda-feira, 13 de agosto de 2012


Há quem diga que o meu trajeto é tortuoso e errado
Porque caminho, aos tropeços, em qualquer direção.
Qualquer passo é válido quando não se quer ficar parado.
Mal sabem eles que adoro a contramão.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Amor livre

VIVA O AMOR LIVRE!

Quando eu falo livre quero dizer no sentido mais amplo possível: livre não só de preconceitos, mas de convenções, de comodismo, de amarras, de possessividade, de desrespeito, livre de tudo aquilo que estraga e destroi a beleza do amor. Porque o amor é lindo, minha gente. E é muito triste que poucos sejam capazes de enxergar além do que se vê.

Nós somos humanos. Aposto que a dor que eu sinto ao ser magoada por um cara doi tanto ou mais naquela mulher que foi abandonada pela parceira. Ou pelo cara que se apaixonou por outro e não é correspondido. O que pulsa em mim, o que corre em minhas veias, o que faz meu coração bater se assemelha muito e se distingue completamente de todos os outros. Porque ninguém ama igual e isso sequer importa. A questão é que todo mundo ama.

Então, um viva ao amor livre. Ao amor que não prende, que não sufoca, que não escraviza. Um brinde ao amor que acalenta. 

Um brinde ao amor que liberta.
(Porque escrever nem é questão de criatividade. É questão de sensibilidade.)








segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sem título (porque esse é o melhor título, afinal)

"My dreams are a cruel joke. They taunt me."
(Vanilla Sky)


É como se eu me perguntasse a cada instante "quem sou eu" e nunca encontrasse uma resposta certa. Eu sou uma piada de mau gosto. E eu nem sei ao certo quem sou. Ao abrir meus olhos, quando o sol insiste em romper as cortinas, me coagindo a levantar, me faço essa pergunta reiteradas vezes. À noite, por volta das seis horas da tarde, quando você não consegue precisar se ainda é dia ou noite, as cores se misturam, e você sente uma espécie de melancolia, que se agrava quando se trata de um dia de domingo, você encara o céu e tenta encontrar nas nuvens as respostas dos seus milhares de porquês. E, de algum modo, continuo esperando. Para que eu não sonhe, para que eu encontre essas respostas, se é que elas existem realmente. Porque talvez viver seja simplesmente esse conjunto de ações e sentimentos encadeados que culminam na única certeza que nos é dada desde o principio: a morte. E o momento de maior epifania que teríamos durante a vida, paradoxalmente falando, seria morrendo. Em escrevendo eu morro todos os dias. E ainda não   presenciei minha aleluia.

Não sei se perdi a melhor parte da história dedicando muito mais tempo e esforço expressando tudo em palavras. Às vezes me questiono se ainda tenho a capacidade de sentir. Meus olhos filtram situações que, por sua vez, são filtradas pelos meus pensamentos, se transformando, por fim,  em palavras, desperdiçadas, creio agora. Porque ninguém me lê. Eu não me leio. Eu não me compreendo. E depois de divagações absolutamente dispensáveis e irrelevantes, volto ao cerne de tudo: acho que perdi minha identidade no processo de me encontrar. Cá entre nós, essa coisa da busca por autoconhecimento é quase mítica. Uns percorrem o caminho de Santiago de Compostela a pé, outros exploram todos os estados alterados de consciência para reconhecer (ou desconhecer) as suas várias faces, muitos rezam, alguns leem livros de autoajuda. Tem gente que escreve para tentar se conhecer. Se há um mínimo de eficácia nisso tudo eu não sei. Mas tento, há exatos 8 anos. E, de alguma forma, sinto que a minha verdade está justamente nessas palavras mal-ditas. Porque, não me engano, escrever também é maldição. 

Então eu espero. Sentido, fé, reflexão.  Espero não mais encarar um estranho ao me olhar no espelho. Ou ter, ao menos, a capacidade de me conhecer o bastante para que eu possa, quem sabe, me autobiografar. E se isso não acontecer, continuarei a minha prece diária:

Que minha inspiração não cesse e que haja sempre criatividade. Porque assim eu posso me (re) inventar.




Ela sente muito e tudo o que é sentido fica armazenado lá no fundo do fundo do fundo. Ela só consegue esvaziar a sua alma torturada assim: regurgitando as palavras. Não, nem sempre é bonito. Muitas vezes não é. Às vezes é cru e seco. Quase sempre é doído.



quinta-feira, 23 de junho de 2011

Carta pra alguém do lado

Há tempos não me sentia tão confortável na minha pele, sabia? Um saco isso, pra quem adora dramatizar como eu. Você, você, meu amigo, me conhece melhor do que ninguém no mundo e sabendo das coisas que eu tenho passado, deve ter pensado que eu iria desistir. Ou, no mínimo, chorar bastante, abraçada com o  travesseiro. 'Para de ouvir essas músicas depressivas', você diria. 
Meu dia não foi dos melhores. Acordei de ressaca, e eu nem bebi, acredita? Eu estava desnorteada, o corpo lasso, queria ficar ali, imóvel, encarando o branco do meu teto e pensando, pensando nas palavras que eu tenho ouvido, nas situações que tenho vivido, no que eu tenho sentido, enfim. Ou dormindo, pra sempre, o que não seria ruim. Não pude me dar ao luxo, então fui à luta. Fiz todas as coisas que eu deveria fazer, eu com aquela paranoia de que a bagunça dos cômodos  é um retrato da minha confusão mental. Incomodada, coloquei tudo no lugar. Pus meu cd antiquíssimo do Bon Jovi pra tocar, eu sei, acordei não só acabada como brega. Enquanto conversava com meu irmão, interrompi o curso das palavras por um instante e meus olhos se encheram d'água assim, repentinamente. Ele, claro, não entendeu nada. Eu ficava repetindo: essa música é tão linda, tão linda (Bed of Roses, naquela parte do " About all of the things that I long to believe, about love, the truth and what you mean to me and the truth is, baby, you're all that I need"). Aí fui me esconder de vergonha por me sentir assim e, juro, foi só um projeto de, sequer chorei. Eu perdi o controle sobre as minhas reações, cara. A pior parte é essa: a agonia e a angústia que não saem daqui de dentro de maneira alguma, e você fica de um jeito tão triste, tão miserável que, por pouco, não sente pena de si mesmo. Tem coisa mais patética do que sentir pena de si mesmo? Foi com esse pensamento que eu decidi mudar o meu estado de espírito. Ok, tá uma merda, mas o que eu posso fazer pra que as coisas fiquem mais suportáveis? Exatamente isso: nada. Fiquei no meu canto, fazendo alguns resumos, ouvindo algumas músicas, revendo algumas fotos, lembrando, porque lembrando de outras coisas eu esqueço do agora. 

Tá todo mundo muito preocupado. Sinto que as pessoas falam comigo como se fosse pela última vez, como se a qualquer instante eu fosse embora. Eu sei que tenho exagerado, tá, talvez não tenha exagerado, mas eu estou num exílio - do mundo e de mim. Então quem se importa quer saber porque diabos eu não estou saindo com meus amigos, porque eu não atendo o celular e porque de vez em quando eu sumo (alguns pensaram mesmo que eu tinha morrido). Como eu li uma vez e sempre rio quando penso nisso: bom, se eu tivesse realmente sumido, você não estaria aqui falando comigo. Não estou nem aí se vão sentir falta de mim, eu estou me afastando pra tentar pôr as coisas em ordem. Deve ser mais uma dessas crises de identidade, de fé, de tudo. A Má diz que eu sou uma pensadora e, mais do que isso, uma inconformada, que eu analiso tudo, que eu sinto tudo e, por conta disso, sofro muito e amo muito, tudo assim, com advérbio de intensidade. Ela insiste que eu tenho que largar tudo o que não me apraz e sair correndo desesperada atrás daquelas coisas que certamente me farão feliz. "Veja só que coisa mais individualista elitista, capitalista, só queria ser feliz, cara.” Tenho lido tanto Caio e ouvido tanto Damien Rice que parece que a melancolia fez de mim sua morada e não quer mais sair daqui. Até que ela tem um certo charme, um pouco Greta Garbo, a única coisa que eu quero no momento é ficar só. Com meus livros, com meus textos, com meus dramas repetidos e sentindo amor, e saudade, e uma tristeza que traz consigo a certeza (não mais esperança, Vinicius), de um dia não ser mais triste não.

Então, meu querido amigo,  a você que me lê agora, se perguntando onde está a minha vida, digo que está aqui, sendo vivida tranquilamente, sendo sentida intensamente, porque eu vou chorar muito ainda, e vou morrer de tanta alegria, porque as coisas são assim. Eu tenho o meu tempo, tenho essas crises, essa sou eu, até o fim. E a vocês que estão achando que eu sumi (e até morri), digo que essa é uma fase, que, inclusive, na minha idade ela é bem comum. Pareço perdida, mas sei muito bem onde estou. E eu não irei a lugar nenhum.

sábado, 21 de agosto de 2010

Google Imagens

Você me deu asas.
E, junto com elas, um medo imenso de tentar.
Olho o abismo: paro, penso, reflito.
Fico pasma, admirada, sinto frio
Penso em borboletas que dão voltas e mais voltas no meu estômago.
Esse mistério me atrai, mas eu evito. 
O fundo mais profundo e o céu mais límpido.
E na linha que o horizonte desenha  
Pareço enxergar seus olhos
Olhando bem no fundo e me dizendo:
" Vá em frente, pode saltar..."
Saltar para onde? Não há certezas.
Estaria lá para me ver pousar?
E se a queda for mais dura que a subida?
Você ainda diz que devo arriscar...?

Foi você quem me deu as asas
E não me mostrou como seria voar.


quinta-feira, 12 de agosto de 2010


É abril e chove. Tantas coisas aconteceram e hoje me dei conta de como o tempo passou. Seria bom ter um diário agora. São tantos pensamentos não - compartilhados, tantas ideias e dúvidas. É tanto.
Não sei até que ponto uma doença pode afetar a vida de outras pessoas, mas foi um marco na minha. Há a Carla de antes e depois da cirurgia. Ficar internada foi uma experiência de renovação, como se ao expurgarem de mim o que fazia mal, retirassem, além das dores, muitas incertezas.
Consegui me reaproximar do meu lado espiritual. Era o que faltava para me redefinir. Mudar.
A minha intenção ao escrever hoje foi inspirada numa saudade leve, bonita, mas doída de uma época que me remete a tardes ensolaradas assistindo meu seriado favorito e noites inteiras ouvindo "And everything stands so still when you dance/ Everything spins so fast/And the night's in a paper cup/When you want it to last..." Quando havia importância e não descaso. Mas, a gente se acostuma com certas perdas.
Ao mesmo tempo, sinto que esse é o meu momento. Um dia eu quis fazer uma tatuagem que retratasse meu maior anseio. Hoje, eu tenho algo maior e muito mais significativo. Cada vez que eu olhar para essa cicatriz vou lembrar que sou livre. E essa liberdade, por mais mórbido que pareça, eu só alcancei pelo medo de não viver. Essa segunda chance foi, de fato, um recomeço. Aqui estou. Viva. De novo. E eu agradeço.

P.S.: Esse texto foi escrito no dia 27/04/10, no verso do meu caderno, poucos dias após eu ter sofrido uma cirurgia muito difícil. Hoje, por acaso, 6 meses após a crise que me levaria à internação, acabei encontrando e resolvi postá-lo.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Da noite


Eu me lembro bem dessa sensação
Ao impulsionar o corpo pela janela
Projetando o rosto, fechando os olhos...
Respirar fundo e tragar a noite
Sentir falta das estrelas no céu
Mesmo com a cidade estando toda acesa
Horas a fio, a observar o silêncio
Compartilhando a alegria e a tristeza.

Certos vícios não perdemos - apenas esquecemos.

É possível sentir o cheiro do vento?
O aroma familiar da saudade,
das coisas novas (agora antigas),
torcendo por um bocado de chuva,
ouvindo Daysleeper em noites não - dormidas.
"I cried the other night, I can't even say why..."

Ou ficar no telefone encarando a escuridão
Com aquele que, até então, era amor pra toda a vida.

Certas certezas não acabam - apenas mudam.

E sob esse mesmo céu nublado
Numa dessas noites mais frias
Com gotas de chuva escorrendo pelo rosto
Me perguntando se a felicidade existia,
se era um pouco de amor ou era mais vaidade,
se era maior do que aquilo que eu sentia...
Se era verdade.

Quanto a estrada.


"Parece que está todo mundo correndo em direção a alguma coisa aparentemente preciosa, e a gente está andando sem pressa na direção contrária, indo em direção ao que realmente importa." 

(Lucas M.)

E essa é a história contada por mim, a partir de agora. Porque a chance de fazer valer a pena está nas mãos de quem escreve uma poesia, de quem faz um carinho qualquer e de quem bate palmas para algo sensacional.Porque a vida é uma só. E a única coisa que você deve fazer bem feita durante a sua vida é ser feliz. Sem  magoar ninguém, sem estragar a sua saúde e se amando muito acima de tudo. Ser feliz é atividade egoísta. Não dá pra sabotar essas oportunidades de alegria verdadeira e plena em detrimento do que terceiros pensam/acham/sentem. 

Por isso estou andando lentamente no sentido contrário. Despreocupada com sinalizações e placas de aviso. Tenho a escolha, a carta na manga, a liberdade de fazer do jeito que eu quiser. E eu sigo.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Desabafo (ou o que as palavras poderiam dizer)


Eu estou feliz. Não pela tarde de ontem. Não por ter ao meu redor pessoas que me querem ou admiram. Nem por ter me resolvido, por assim dizer, com alguém cujo nome eu sequer conseguia ouvir há dois dias atrás. Eu quis me libertar da raiva. Eu quis seguir em frente. E de todas as coisas que eu poderia me orgulhar de ter feito, de longe, essa é a melhor delas.

Eu estou feliz. Em fonte grande e em negrito. Simples assim. Ponto final. Sem justificativas, sem motivos aparentes. Não estou com ninguém, não estou sozinha. E, ainda assim, estou feliz. Comigo mesma.

Meu Deus, que essa felicidade seja duradoura. Que seja real, verdadeira e constante. Que a minha cabeça esteja sempre iluminada pra fazer coisas boas. Para amar e ser amada. Para cativar os melhores amigos. Para ser tolerante e equilibrada. Para pensar antes de agir e saber dizer não, mesmo quando eu poderia dizer sim. Para desligar o telefone na hora certa, como agora.

"Quando você deixou de me amar, aprendi a perdoar e a pedir perdão." (Vinte e Nove - Legião Urbana)

Alguém me belisque, porque eu estou sonhando.

O melhor de se libertar da raiva é nunca mais precisar senti-la.

Isso faz sentido?

A vida é curta. E nesse momento chamado AGORA, eu estou feliz. E nada mais importa.

domingo, 30 de maio de 2010

A Fuga (ou o crime perfeito)


Abri o armário. Joguei todas as roupas em cima da cama. Abri a mala. Sem pensar, coloquei algumas delas ali dentro, junto com alguns livros, alguns discos, algumas lembranças.
Coloquei minha surrada calça jeans, aquela de que mais gosto e que me dá mais coragem nesses ímpetos de aventura. Peguei algum (pouco) dinheiro, meti no bolso. Me olhei no espelho. Pensei: 'Tem que dar certo.' Pus uma camiseta, prendi o cabelo, calcei meus sapatos e fui. Para nunca mais ou para um novo sempre.

Porque às vezes, muitas das vezes, a gente tem que escapar. Da cena do crime, da nossa casa, da saudade, da dor. Ou, quem sabe, a fuga é da solidão.

Porque ficar sozinho por aqui não dá.

Então, ficarei sozinho em outro lugar.



terça-feira, 14 de julho de 2009

Estações.

Ao vento que sopra e leva tudo embora.
Vento que passa e deixa marcas.
Ora brisa, ora furacão.
Sempre inconstante, em eterna mutação.


Como os cabelos emaranhados da menina
Como algumas (poucas) folhas caídas
Multicoloridas, enfeitam o chão.


Chão que piso dia a dia
E repouso meus pés andarilhos
Muito confusos, estão perdidos
Trôpegos ao caminhar.


Imploro ao vento:
'Leve-me com você
Sou instável, puro ar.
Onde eu trague a liberdade de uma vez só
E respire sem dor, sem dó

Eis aí o meu lugar.
Quero a leveza de mudar o mundo
Transformar, bagunçar tudo
E nada falar.'

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Advice

'Você só tem que se cuidar mais, se preservar. Nós temos 18 anos, daqui a pouco teremos 30 e não poderemos nos culpar pelo que fizemos, por isso devemos pensar bem para não deixar nenhuma mágoa de nada nos afetar.Querendo ou não, temos que ter responsabilidade, maturidade para muita coisa. Para não beber quando não podemos, de não transar sem camisinha, de cumprir com as tarefas, estudar muito mais e mil vezes e sempre...É foda. Demais. É uma crise...o tempo passa muito rápido e não temos tanto tempo assim. Tudo simplesmente acontece.E machuca muito mais do que aos 16.'


Conselho para mim e para alguém que simplesmente está mal, como outras milhões de pessoas no planeta. Passam a madrugada chorando, ouvindo músicas tristes, curtindo a primeira fossa do ano. Quando se está sozinho, a solidão traz uma leve sensação de liberdade.Podemos nos debater, amargurar, inundar o travesseiro e ninguém está aí para te observar, para reclamar, nem para segurar sua mão. Você está livre, meu amigo. Livre para ser quem você é, para se mostrar vulnerável e pouco forte. Livre para sentir.

sábado, 28 de junho de 2008

"Quando se tem 17 anos, um mês equivale a uma vida"

Frase simplória, mas profundamente verdadeira, citada na série Anos Incríveis, cujo roteiro surpreendentemente fala sobre MUDANÇAS, em especial na adolescência.
Encontrei essa frase, seguidas de muitas outras que de algum modo retratam o que eu tenho passado.
Dúvidas, decepções, crescimento e uma única certeza: tudo muda, de um jeito ou de outro.
E na minha cabeça por vezes pessimista, mudar era o pior que podia acontecer.Mas não é.
Temos que lidar com situações das mais inesperadas e surpreendentes.Situações que nunca voltam a ser as mesmas, ou situações que te trazem de volta para um lugar em que tudo parecia não mudar.
E há a nostalgia(quem nunca sentiu isso?) de uma conversa que há tempos você não tinha, e quando teve, mudou tudo.Simplificou tudo.Alegrou tudo.
E de novamente, você cair na tentação e encher a cara, ligar para o melhor amigo e desesperadamente chorar.Como costumava acontecer.
De aumentar o som , usar o controle remoto como microfone e cantar bem alto: "If it makes you happyyyyyyyyyyyyyyyy, it can't be that baaaaaaad..."Porque assim, a gente se sente mais vivo.
Os pensamentos da série vieram a calhar.Eu precisa olhar de forma diferente para aquilo que eu sempre tive medo...Ou para o fato de que esperar e idealizar o modo como as coisas devem ser, faz com que percamos aquilo que realmente é importante: viver.
A verdade é que existem coisas que estão fora do nosso alcance.Crescer e mudar representam isso.E o bom dessas duas coisas é que elas trazem o novo, que apesar de assustador, é, ao mesmo tempo, fascinante.
No momento, as idéias estão confusas dentro de mim.Provavelmente, eu esteja a caminho de mudanças.
Com toda certeza, estou crescendo.