sábado, 18 de março de 2017

Para quê ficar se remoendo?
A vida nos atravessa correndo
Felicidade é o que está acontecendo
Enquanto você perde tempo
Eis tudo o que tenho:
Liberdade para fazer o que quero
E a ilusão do tempo
O agora é meu ponteiro
Não esqueço
A eternidade mora em cada momento

quarta-feira, 15 de março de 2017

Pode ser por um segundo
Ou durar toda a vida
O essencial permanece
O que é verdadeiro vinga

quinta-feira, 9 de março de 2017

"Talvez eu tenha que chamar de mundo esse meu modo de ser um pouco de tudo. "
(Clarice Lispector)

sábado, 4 de março de 2017

Nunca fui muito afeita à ideia de "ser zen". Talvez eu nunca tenha compreendido o seu real sentido, talvez eu nunca tivesse de fato me permitido. Ser zen, entendo agora, não significa deixar de sentir. Ou de se importar. Ser zen é estar em par com o Universo, é abrir mão do controle de tudo o que está ao seu redor para deixar a energia vibrar e fluir.
É ter maior controle de si.
Estou passando por um processo de autocura e autoconhecimento: em virtude disso, venho tomando algumas atitudes (até irracionais, em certa medida) para romper ciclos e caminhar sem amarras.
Ser zen é uma libertação contínua. É algo que se aprende todos os dias. É uma consciência que transcende tudo aquilo que atravessa a nossa mente. É algo absolutamente íntimo e profundo.
A gente não se sabe zen. A gente (se) sente.
 

"Tudo o que eu não sei é que é a minha verdade."
(Clarice Lispector)

quinta-feira, 2 de março de 2017

Olhar bem dentro dos olhos de quem me magoou um dia e sorrir. Simplesmente sorrir, sem qualquer ironia.
Quero ser luz, deixar para trás o que passou.
Quero apenas dar e receber amor. É o meu projeto de vida.

" E tudo estava preso no seu peito. No peito que só sabia resignar-se, que só sabia suportar, só sabia pedir perdão, só sabia perdoar, que só aprendera a ter a doçura da infelicidade, e só aprendera a amar, a amar, a amar."
(Clarice Lispector in Felicidade Clandestina)