segunda-feira, 18 de abril de 2016

Não nasci para ser contida
Sou feita de entrega, paixão e poesia
Pouco me importa além de mim
Minha liberdade grita

joie de vivre

sexta-feira, 15 de abril de 2016

15/04

Há 8 anos eu tive coragem de expor meus pensamentos e sentimentos através desse blog. Nunca havia parado para refletir sobre o início dessa jornada e coincidentemente hoje resolvi revisitar o meu primeiro post e me deparei com essa data.
Muito mudou nesse percurso, mas há algo que resiste: minha gratidão às palavras.
Foram muitas crises, mudanças, silêncios, decepções e alegrias. Em meio a tantos sentimentos provocados, consegui extrair de tudo isso o essencial: aprendizado e poesia.
Descobri o lugar em que fico mais à vontade. Fiz dele meu oásis, meu porto seguro, meu par perfeito.
Me sinto em paz, em total liberdade.

O papel em branco é meu espelho
Só me (re)conheço de verdade quando me entrego
Por isso escrevo.




Obrigada a tudo e todos que de alguma forma deram significado às palavras ditas desde então. Sou toda sentimentos;
Que haja ainda mais motivos para inspiração. 


terça-feira, 12 de abril de 2016

Maturidade é se conhecer tão profundamente a ponto de aceitar todas as virtudes e defeitos, abraçando erros e acertos. Maturidade é aprender a se perdoar.
E saber esquecer.

domingo, 10 de abril de 2016

"Pois hoje emergi calçando salto 15, ombros muito para trás, porte ereto e saia justíssima. Nariz arrebitado. Pisando duro. Pensam que vão acabar comigo?
Nunca ."

(Caio F. in Cartas)

sexta-feira, 8 de abril de 2016

"Nenhuma força virá me fazer calar
Faço no tempo soar minha sílaba
Canto somente o que pede pra se cantar
Sou o que soa eu não douro pílula
Tudo o que eu quero é um acorde perfeito maior
Com todo o mundo podendo brilhar num cântico
Canto somente o que não pode mais se calar
Noutras palavras sou muito romântico"


(Caetano Veloso)
O virginiano tem dentro de si um espelho; não para se admirar, acredite, mas para reparar seus defeitos.
A crítica castiga porque buscamos um ideal inatingível e chegamos, por fim, ao lugar comum mais conhecido: não somos perfeitos.


(E ainda assim insistimos)

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A cada dia estou mais distante de tudo: seletiva, absorvo apenas o que me é útil. 
Enquanto muitas pessoas são âncoras, descobri em mim a necessidade de ser porto.  Observo chegadas e partidas, acolho o essencial entre idas e vindas.
Respeito cada momento:

apenas o que é verdadeiro fica.